(Portugal, Brasil, Reino Unido, América Latina, Angola)

Novo centro de psicologia do Instituto da Inteligência


Quem sou eu?

Pergunta da revista EXECUTIVO XXI (Angola). Retirado da entrevista dada em 3/11/09, antecedendo a entrada do Instituto da Inteligência em África.

Um viajante do tempo encantado com a aventura de viver. Por isso sou uma pessoa muito curiosa, ávida de conhecer e aprender, com múltiplos interesses e paixões. Gosto do Mundo como ele é: ambíguo, imprevisível, incerto, extremo. Porém, gostaria de viver no século XXII ou XXIII (ou seja, daqui por 100 ou 200 anos) pois acredito que a Humanidade estará menos primitiva, menos bruta, menos estúpida.
Os instintos mais antigos ainda predominam nas decisões e comportamentos do ser humano. Falta-nos ainda evoluir muito para que nos orgulhemos da Humanidade. Não compreendo como a violência e a barbárie ainda se mantêm ativas. De resto, sou uma pessoa normal e humilde que gosta de se envolver em projectos que possam ajudar a mudar mentalidades, ampliar a consciência e melhorar o bem-estar psicológico das pessoas.

Centro de Psicologia Positiva de Aveiro


Inaugurou-se no dia 17 de Outubro de 2009, o primeiro Centro de Psicologia Positiva do Instituto da Inteligência. Este Centro regional trabalhará o distrito de Aveiro no fornecimento de actividades de promoção da psicologia positiva junto de diversos segmentos de mercado.
A psicologia positiva aposta no capital psicológico (recursos e potencialidades) de pessoas, equipas e organizações.
A rede social destes centros é www.sejafeliz.ning.com.

QUEM SOMOS? QUE QUEREMOS DO MUNDO?

Como eu gostava de regressar daqui por uns 100 mil anos e dar uma espreitadela à Humanidade. Talvez então eu já fosse capaz de responder a questões como QUEM SOMOS NÓS e O QUE QUEREMOS neste cantinho do Universo.
Certo, certo, é que morrerei sem nenhuma resposta que me tenha ainda convencido. Só se o mundo der um grande salto em frente nas próximas décadas e as respostam apareçam por aí.Uma coisa é certa: não falta quem clame que temos de re-inventar o nosso mundo pois estamos seguindo por caminhos tortuosos, continuamos convencidos que somos os mais inteligentes do Universo e que somos donos da Terra (na verdade, até nisso nos enganamos pois quem domina o planeta são as bactérias, milhões das quais habitam o nosso organismo e controlam o nosso destino).
Para ler todo o texto visite www.clubeaugustocury.ning.com ou www.sejafeliz.ning.com.

Sócio-fundador do MITI

Estou muito feliz por ser sócio-fundador do Museu de Informática e Tecnologia da Informação, criado na dinâmica cidade de S.Paulo (Brasil).

RECEITA BACANA PARA O CÉREBRO

Alguém me perguntou (foi no "Acabra"Jornal Universitário de Coimbra): o que é ter o cérebro cansado? Pergunta curiosa. Mas o que é um cérebro cansado? É um cérebro esgotado? Um cérebro stressado? Obviamente, depende do uso que se fizer da "máquina". Frequentemente, o problema está nos maus tratos que recebe em idades tipicamente críticas. Se na velhice o problema está (quase sempre) directamente relacionado com a quantidade de rugas no rosto (os neurónios vão-se desligando), nas idades mais jovens aquilo que geralmente se encontra são casos de esgotamento e de stress. Também se pode sentir o cérebro exausto devido a patologias como a depressão e outras doenças. Mas isso é outra história.

Como órgão altamente dinâmico que é, o cérebro é muito solicitado: desde logo para nos fazer sentir que existimos e que o Mundo também se move, para nos obrigar a pensar (uma tramóia do destino humano) e tudo o mais que se sabe acerca do produto em causa. Também é um órgão divertido: tem o seu lado sexy e atrevido (é lá que estão os centros da emoção, do amor e dos apetites, onde se destaca o tão propalado apetite sexual) e uma pitada de loucura (ou não fosse ele, também, um produtor imaginativo permitindo-nos sonhar, criar, seduzir, ludibriar, mentir, e outras maquinações susceptíveis de derrubar impérios e que têm ajudado a escrever a História).

Para que o cérebro fique cansado é preciso prepará-lo. Como tudo na vida, nada acontece por acaso. A receita é acessível: primeiro, é preciso ter um cérebro disponível e vivo (os cérebros mortos também são úteis, mas geralmente apenas nas morgues e nas aulas de Medicina); segundo, não lhe dar exagerada importância para não nos stressarmos a pensar que o temos encaixado na cabeça (afinal, um cérebro é um pedaço de massa esponjosa pesando entre 1,3 kg e 2,0 kgs); terceiro, trazê-lo sempre connosco pois pode fazer-nos falta em qualquer momento (às vezes, perdemos a cabeça, não é?); quarto: adquirir os ingredientes fundamentais para o preparo tais como tabaco, toxinas, colesterol, álcool e outras especiarias do género e de fácil aquisição em qualquer esquina; quinto: juntar tudo e mexer bem acrescentando mais uns tesouros da boa vida tais como uma carrada de sono crónico e uma pressão arterial picantemente elevada.

Depois, como em qualquer matéria culinária, deixar que a massa atinja o seu ponto crítico: neste caso, esperar umas semanas até sentirmos uma sensação de pedrada, confusão e, sobretudo, darmos conta que o cérebro, afinal, pesa não um ou dois quilos mas, no mínimo, uma tonelada. O transe está garantido. É certo que é uma espécie de "estado zen" invertido mas o cansaço é isso mesmo.

Cada um serve-se da quantidade que achar mais ajustada aos seus interesses (andar sempre a bocejar; adormecer em qualquer sítio; esquecer-se do que anda a fazer na vida; perder a cabeça por dá cá aquela palha; entrar em ebulição à mínima frustração ou à mínima contrariedade; descobrir - se for capaz - que o estado "zen invertido" justifica uma estadia num SPA, etc.).

Cérebro: um órgão decisivo para a qualidade de vida pois é dele que flui essa energia fantástica que é a mente. Essa sim, merecedora de uma Semana Internacional para a celebrar.

Empreendedorismo: uma traço de personalidade?

Muito se tem escrito sobre empreendedorismo! Aliás, o empreendedorismo é daqueles temas que começam a tornar-se aborrecidos de tanto se falar deles: nos livros, nos seminários, nas universidades.
O problema decorre do facto das organizações (e das nações) necessitarem de empreendedores. Mais do que nunca.
Felizmente, sempre os houve ao longo da história humana. Até acredito que o primeiro empreendedor foi um qualquer sujeito anónimo que, há uns milhões de anos atrás, pegou na família em África e avançou para outras terras dando início ao povoamento de todo o Planeta. Foi desde então que nunca mais parámos e até já visitámos a Lua. Entre um acontecimento e outro decorreram milhões de anos de aventura, acção, iniciativa, criação e progresso, enfim, de empreendedorismo em todas as frentes.
O empreendedor nasceu por essa ocasião. Não está documentado mas deve ter sido impulsionado por qualquer pensamento do gênero: "Temos de fazer isto. Vamos!". E os outros o seguiram.
O que é empreender?Desde então o empreendedorismo se tornou numa carateristica humana que estará inscrita nos genes (não sei, talvez) pois se parece com um traço de personalidade que, todavia, está distribuido de forma aleatória pela população. De facto, parece haver gente que não o possui.
Quer isto dizer que o empreendedorismo é algo que está na mente. Onde exactamente? Na inteligência? Não me parece. Na memória? Também não. Então onde está alojado? Talvez na totalidade da pessoa! E está sempre lá? Parece que não!
O empreendedor não é apenas um sujeito com um determinado tipo de personalidade. Há diferentes tipos e em todos pode caber uma mente empreendedora. Logo, o espírito empreendedor reside no todo da pessoa pois a mente não é algo que esteja apenas encerrada nos limites da cabeça!

Psicologia & Saúde: entrevista à VOGUE

Dei hoje (14/07/09) uma entrevista à VOGUE, a mais prestigiada entrevista de moda do mundo. O tema foi Psicologia, Saúde e Sociedade e será brevemente publicado. Jornalista: Rosário Castro.

DEBATE NO RÁDIO CLUBE PORTUGUÊS

Hoje (14/07/09), entre as 11h00 e as 11h30, no Rádio Clube Português estive num debate sobre Genes, Inteligência, Comportamento e Sucesso.

A Universidade da Criança é um projecto inovador dirigido pela APUC, em Portimão, com o apoio de Augusto Cury, Nelson S Lima e Ricardo Monteiro e a colaboração científica do Instituto da Inteligência. Informe-se mais em http://www.building-the-school-of-the-future.eu/

Inscreva-se também na nova rede social...

2º Congresso do Instituto da Inteligência

BRASIL

Findou uma época.

Vivemos numa época difícil da Humanidade. Mais do que em qualquer outro tempo da história humana, este momento que atravessamos é particularmente inquietante. Na verdade, estamos bem no centro de uma encruzilhada onde ideias, convicções, modelos e certezas do passado se misturam com novos elementos, conceitos e valores de uma sociedade em acelerada transformação.

Muitas pessoas (até mesmo políticos e homens de negócios!) ainda não se aperceberam como o mundo se modificou nos últimos 10 ou 15 anos e como isso começou a afectar as suas vidas. Outras, desorientadas, não descortinando as novas referências por que devem reger-se, vivem angustiadas, com uma sensação de perigo entranhada na alma. Findou uma época.

A nova é carregada de complexidades, incertezas, imprevisibilidades, rápida mudança e ambiguidades. O seu anúncio já se fazia ecoar desde os anos 60 em obras como "O choque do futuro" de Alvin Toffler.

Habitamos um mundo onde coexistem dois paradigmas: o do materialismo tecnicista, fruto da idade fabril e tecnológica e o do novo espiritualismo que faz apelo à reconversão dos valores da serenidade e da sabedoria. Deste choque de ideologias e crenças resulta uma sociedade ainda compreensivelmente conturbada e confusa. Basta abrir um jornal diário para percebermos como está o mundo que nós próprios criámos ou aceitámos que fosse criado (pelos detentores do poder e das grandes escolhas que afectam a sociedade).

Crise financeira internacional, desemprego galopante em muitos países, inquietações políticas, discursos inflamados mas vazios de ideias, ódios desmedidos, consumismo idiota e sem nexo, a procura atabalhoada pelo sucesso rápido, o deslumbramento dos novos ricos (jogadores de futebol, vedetas do mundo do espectáculo, etc), a desorientação visível e a ingenuidade assustadora de muitos adolescentes e crianças. Os empregos tornaram-se precários e sê-lo-ão cada vez mais. As empresas já não oferecem garantias de emprego para sempre.

As aposentadorias já não podem ser uma interrupção, o fim de uma época da nossa vida. Os bons empregos já não são os de antigamente. Há novas profissões a germinar por esse mundo fora. A sociedade é outra. Não é pior que muitas outras épocas do que os nossos antepassados viveram. Mas não podemos permitir-nos viver como se tudo estivesse como dantes quando hoje tudo de desenrola e transforma muito rapidamente.

Não tenhamos ilusões! Vivemos a sociedade da informação e do conhecimento e isto não é apenas um nome bonito para uso dos economistas e dos políticos. Não.

Acorde! O mundo mudou mesmo!

Nós temos também de MUDAR. Mudar a nível pessoal. Temos de nos informar mais, ler mais, tentar compreender as novas regras da sociedade, manter-nos como cidadãos do mundo e não apenas como pessoas cujo horizonte finda na nossa rua ou nos limites da nossa cidade. De outra forma ficaremos mais e mais obsoletos sendo ultrapassados muito rapidamente pelos mais novos, pelos nossos próprios filhos.

Vivemos numa sociedade plena de oportunidades e possibilidades de realização. Temos, porém, de a compreender e como funciona. E de nos mantermos activos e envolvidos sem medo de nos assumirmos - cada um de nós - como agentes de mudança!

Psicologia Positiva: qual é a sua visão da vida?

Nunca a sociedade humana viveu tempos tão interessantes como actualmente! Há cada vez mais pessoas na Terra, as cidades fervilham de vida, a tecnologia oferece-nos cada vez mais conforto e qualidade de vida (na medicina, por exemplo) e o conhecimento nunca foi tão avançado! Esta é uma visão positiva da vida. Não é uma ilusão, muito menos uma alucinação.
Mas também podemos ter uma visão diferente sobre as mesmas coisas. As cidades crescem mas estão cada vez mais inseguras e com muitas bolsas de pobreza em muitas regiões do mundo e a tecnologia também trouxe problemas: poluição, desemprego, stress, armas muito perigosas, etc. Esta é uma visão mais negativa pois incide apenas sobre os efeitos secundários do progresso.
Não obstante, a vida no mundo de hoje é assim mesmo. Tem muitas coisas boas. Por exemplo, a medicina já venceu muitas doenças, vive-se muito mais tempo (sabe que há uns mil anos a média de esperança de vida era de apenas 18 anos porque a mortalidade infantil era elevadíssima, havia grandes epidemias e morria-se facilmente de qualquer doença hoje vulgar?).
Temos também coisas muito más, aterradoras. Ou não fossemos seres humanos, ainda muito primitivos em termos emocionais e comportamentais. O ódio, a raiva, a inveja e o egoísmo ainda fazem lei e destroem muitas vidas. Como escreve o autor best-seller e meu velho amigo o psiquiatra Augusto Cury, avançamos na ciência mas ainda somos seres pouco desenvolvidos no que respeita à prática da verdadeira humanidade.
Seja como for devemos ter uma visão realista de vida mas ao mesmo tempo positiva,oferecendo o nosso próprio contributo para que o mundo melhore. E esse contributo pessoal pode ser imenso. Veja: nós podemos melhorar a nossa cultura, pensar mais nos outros, ser mais solidários e humildes, cultivar a inteligência, educar bem as nossas crianças, cuidar dos indefesos, ajudar a manter as nossas cidades limpas...Tantas coisas e tão boas nós podemos fazer!
O nosso espaço de manobra e de intervenção é ainda muito amplo. Não nos deixemos sufocar pelos nossos medos ou pelas inibições. Aprendamos a cultivar uma mentalidade aberta, a ter uma visão alargada da vida e do mundo. Devemos entender que não somos apenas cidadãos de uma pequena ou de uma grande cidade. Não importa. Acima de tudo somos cidadãos do mundo, habitantes deste maravilhoso planeta azul e brilhante onde não faltam oportunidades para fazermos uso dos nossos recursos fundamentais: a capacidade de amar, a capacidade de pensar, a capacidade de aprender e a capacidade de julgar!

Inteligência plena: uma questão de sobrevivência!


Num mundo ao ritmo da "wikinomia (*) é altura de pensarmos em como melhorar a nossa própria performance.
Em 2000, o reputado professor de psicologia Robert Sternberg, em colaboração com Elena Grigorenko, lançaram um pequeno manual cujo título em português a Editora Artmed (Brasil) cunhou de Inteligência Plena. Embora fosse escrito a pensar na valorização da inteligência na escola e tivesse como alvos, por conseguinte, os professores, o livro é uma obra prática que nos ensina (a todos) a desenvolver a totalidade da inteligência.
Sternberg chama de inteligência plena ao conjunto das capacidades de pensamento analítico, criativo e prático que se observa nas pessoas bem-sucedidas. Ela envolve então:
a) O conjunto das capacidades necessárias para podermos atingir o sucesso na vida.
b) A capacidade de reconhecermos e aproveitarmos ao máximo as nossas aptidões e talentos.
c) A capacidade de reconhecermos e de compensarmos (ou corrigirmos) os nossos pontos fracos.
d) A capacidade de nos adaptarmos a, modificarmos e seleccionarmos ambientes ajustando o nosso pensamento ou comportamento para uma melhor adequação ao ambiente em que estivermos a actuar, ou então escolhermos um novos ambiente.
A inteligência plena exige capacidade analítica. Isto tem a ver com a capacidade de observação, atenção, avaliação e comparação. A capacidade criativa envolve o pensamento divergente, a inventividade e a descoberta. Finalmente, a capacidade prática é a execução, aplicando aquilo que se sabe. É óbvio que neste conceito está implícita a capacidade de relacionamento com os outros (inteligência relacional, interpessoal ou social).
Nos ambientes de trabalho a capacidade menos valorizada e treinada é a criativa. Tal como na escola. Mas a criatividade pode ser fomentada nas empresas através da formação, da provocação e da própria criação de condições que desafiem a imaginação criadora de todos.
(*) Sobre a WIKINOMIA:
A "wikinomia" assenta num princípio antigo: o da colaboração entre as pessoas para alcançarem, juntas, o êxito na conquista dos objectivos que comunguem. Mas a "wikinomia" é um conceito moderno, nascido já no século XXI. Ele diz respeito à colaboração em massa através das novas infraestruturas tecnológicas de comunicação interpessoal.
Um simples exemplo: no momento em que escrevo este post dezenas de milhões de pessoas e organizações em todo o mundo partilham notícias, informações e opiniões na blogosfera (uma rede auto-organizada de mais de 50 milhões de sitios onde alguns dos maiores blogues recebem meio milhão de visitas por dia (!), rivalizando com muitos jornais).
Mas não são apenas ideias, opiniões e notícias que são trocadas na internet. O conhecimento é também partilhado assim como transacções comerciais, acções de solidariedade, etc.
Há pois toda uma rede inteligente que ultrapassa a mera estrutura tecnológica que lhe serve de base: é uma verdadeira infosfera que liga os seres humanos, os quais, dessa forma, estão a partilhar a sua inteligência, conhecimentos, informações e ideias!
Esta ligação em rede pode mudar a inteligência de uma empresa fazendo com que o conhecimento colectivo se apoie na resolução de problemas e na inovação. "É, assim, uma era de imensas promessas inovadoras e de oportunidades inimagináveis" (in Wikinomics).
A ampla abertura da comunicação interpessoal que a internet e as outras tecnologias nos proporcionam vão obrigar as empresas a adoptar uma nova postura face aos mercados. Jamais poderão abrigar-se dentro das paredes das fábricas e dos escritórios como era comum antigamente. Elas têm de ser agora transparentes e, em definitivo, estabelecerem novas formas de relacionamento com os seus públicos (internos e externos). A empresa tradicional, fechada sobre si mesma, já não tem mais ar para respirar. Morrerá sufocada se não se abrir para o mundo.Os riscos de uma mudança radical são elevados. Mas as vantagens são muito mais prometedoras.

Inteligência de Risco: prepare-se!

Segundo o relatório Strategic Business Risk: The Top 10 Risks for Global Business o mundo enfrenta actualmente os seguintes riscos.
1 - Riscos regulatórios e de compliance
2 - Envelhecimento de consumidores e da força de trabalho
3 - Choques financeiros globais
4 - Mercados emergentes
5 - Consolidação/Transição industrial
6 - Choques de energia
7 - Execução de transações estratégicas
8 - Custos de inflação
9 - Radical Greening (pressões causadas pela crescente preocupação com questões ambientais)
10 - Migrações de procura dos consumidores

Como arruinar o cérebro!

Alguém me perguntou (foi o "Acabra"Jornal Universitário de Coimbra): o que é ter o cérebro cansado?
Mas o que é um cérebro cansado? É um cérebro esgotado? Um cérebro stressado?Obviamente, depende do uso que se fizer da "máquina". Frequentemente, o problema está nos maus tratos que recebe em idades tipicamente críticas. Se na velhice o problema está (quase sempre) directamente relacionado com a quantidade de rugas no rosto (os neurónios vão-se desligando), nas idades mais jovens aquilo que geralmente se encontra são casos de esgotamento e de stress. Também se pode sentir o cérebro exausto devido a patologias como a depressão e outras doenças. Mas isso é outra história.

Como órgão altamente dinâmico que é, o cérebro é muito solicitado: desde logo para nos fazer sentir que existimos e que o Mundo também se move, para nos obrigar a pensar (uma tramóia do destino humano) e tudo o mais que se sabe acerca do produto em causa. Também é um órgão divertido: tem o seu lado sexy e atrevido (é lá que estão os centros da emoção, do amor e dos apetites, onde se destaca o tão propalado apetite sexual) e uma pitada de loucura (ou não fosse ele, também, um produtor imaginativo permitindo-nos sonhar, criar, seduzir, ludibriar, mentir, e outras maquinações susceptíveis de derrubar impérios e que têm ajudado a escrever a História).
Para que o cérebro fique cansado é preciso prepará-lo.
Como tudo na vida, nada acontece por acaso. A receita é acessível: primeiro, é preciso ter um cérebro disponível e vivo (os cérebros mortos também são úteis, mas geralmente apenas nas morgues e nas aulas de Medicina); segundo, não lhe dar exagerada importância para não nos stressarmos a pensar que o temos encaixado na cabeça (afinal, um cérebro é um pedaço de massa esponjosa pesando entre 1,3 kg e 2,0 kgs); terceiro, trazê-lo sempre connosco pois pode fazer-nos falta em qualquer momento; quarto: adquirir ingredientes fundamentais para o preparo tais como tabaco, toxinas, colesterol, álcool e outras especiarias do género e de fácil aquisição em qualquer esquina; quinto: juntar tudo e mexer bem acrescentando mais uns tesouros da boa vida tais como uma carrada de sono crónico e uma pressão arterial picantemente elevada.
Depois, como em qualquer matéria culinária, deixar que a massa atinja o seu ponto crítico: neste caso, esperar umas semanas até sentirmos uma sensação de pedrada, confusão e, sobretudo, darmos conta que o cérebro, afinal, pesa não um ou dois quilos mas, no mínimo, uma tonelada. O transe está garantido. É certo que é uma espécie de "estado zen" invertido mas o cansaço é isso mesmo. Cada um serve-se da quantidade que achar mais ajustada aos seus interesses (andar sempre a bocejar; adormecer em qualquer sítio; esquecer-se do que anda a fazer na vida; perder a cabeça por dá cá aquela palha; entrar em ebulição à mínima frustração ou à mínima contrariedade; descobrir - se for capaz - que o estado "zen invertido" justifica uma estadia num SPA, etc.).
Cérebro: um órgão decisivo para a qualidade de vida pois é dele que flui essa energia fantástica que é a mente. Essa sim, merecedora de uma Semana Internacional para a celebrar.

Torne-se também membro...



Visite NO TIME

Instituto da Inteligência no Brasil

É com muito prazer que anuncio a entrada do Instituto da Inteligência no Brasil. Mais informações em

Respondendo a questões de psicologia...

Novo projecto!

Foi com prazer que aceitei o convite para ser colunista do novo portal Casa & Vida (Brasil), brevemente na net! Um projecto muito interessante a que o Instituto da Inteligência Brasil dedicará toda a sua atenção!

Projecto de página de abertura (clique para ampliar)

Entrevista à revista ELLE

Sobre a Felicidade. Como se conquista? Respondi:
"Na paz interior, na conquista do equilíbrio das forças que nos orientam na vida, tal como o amor, a amizade, a auto-realização, o aproveitamento dos recursos pessoais (como a saúde, a inteligência, a asssertividade, a capacidade de aprender, etc.).
O consumismo excessivo destrói a simplicidade, fragiliza o Eu Pessoal, conduz à esterilidade dos sentimentos tornando as pessoas insensíveis e ao mesmo tempo obcecadas com a conquista de riquezas que ampliem o seu espólio de bens materiais. A esperança em encontrar a verdadeira felicidade por meio desse tipo de conquistas é uma ilusão, uma distorção da consciência que pode arrastar as pessoas para a solidão e a angústia existencial".
Brevemente, toda a entrevista nas páginas da revista ELLE.

O CÓDIGO DAS EMOÇÕES

Minha palestra em Lisboa, 27 de Março
(clique sobre a imagem para ampliar)

O Poder Oculto do Inconsciente

Workshop sobre "O Poder Oculto do Inconsciente: na tomada de decisões e na produção de ideias inovadoras".
Locais: Porto, Lisboa e São Paulo (Brasil).
Informe-se em geral@institutodainteligencia.net.

Alerta Vermelho!

James Canton, presidente do Institute for Global Futures, escreveu:
"Todos precisamos de pensar no futuro de modo diferente: um futuro crivado pela mudança, pelo desafio, pelo risco. É uma nova espécie de futuro: não a marcha firme e penosa de progresso entre um momento e o seguinte, pontuada de breves explosões de inovação que caracteriza grande parte da História. (...) O futuro das nossas vidas, do nosso trabalho, dos nossos negócios - e, acima de tudo, o futuro do mundo - depende de adquirirmos um novo conhecimento sobre as mudanças vertiginosas que se estendem à nossa frente. Chamo-lhe "estar pronto para o futuro". (...) Aproximam-se mudanças extremas que designo como Futuro Radical: um futuro altamente dinâmico, disruptivo e multidimensional".

O futuro da gestão passa por aqui...

Uma odisseia de talento inteligente!

A convite do Instituto Português da Juventude vou participar, como orador, no evento "Uma odisseia de talento inteligente" – tema do 1º Ciclo de Conversas sobre a Inteligência (CCI) que terá lugar no dia 6 e 13 de Maio de 2009, na cidade de Leiria.
A organização do Ciclo de Conversas está a cargo do Instituto Português da Juventude (IPJ), em colaboração estreita com o Instituto Politécnico de Leiria.
A conferência será subordinada ao tema da inteligência, onde serão abordados temas de interesse público, como por exemplo: o papel e a importância da inteligência como veículo à felicidade; gerir o talento; a relação da inteligência com dois dos vectores mais importantes na evolução comunal: o empreendedorismo e a educação em particular a educação especial. O evento destina-se a toda a comunidade interessada destacando particular atenção no primeiro dia a uma comunidade laboral e estudantil dedicada à inteligência e educação especial e da educação ao longo da vida; no segundo dia de trabalhos à comunidade escolar-académica.
O evento será espartilhado entre dois dias:
dia 6 de Maio terá lugar no auditório do Instituto Português da Juventude com início dos trabalhos pelas 9h00;
o dia 13 do mesmo mês os trabalhos serão no Auditório 2 da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais – IPL com início dos trabalhos pelas 9h00.
O Instituto Português da Juventude (IPJ) é um organismo da Administração Pública com autonomia administrativa tutelado pelo Secretário de Estado da Juventude e do Desporto.

Investir: razão e emoção!

Penso que investir é, geralmente, uma actividade de risco na medida em que trabalha com cenários de futuro e, como tal, isso implica lidar com numerosos factores imprecisos, a ambiguidade e a imprevisibilidade. O nível de risco aumenta quanto maior for o número de "actores" em jogo. Neste domínio, os factores de natureza pessoal que influenciam a forma como uma pessoa decide investir prendem-se sobretudo com a sua personalidade e a forma como a sua mente lida com a subjectividade e a incerteza. Factores biológicos (como o temperamento), psicológicos (como o estilo cognitivo) e culturais (como a educação) fazem com que cada investidor obedeça a um padrão de comportamento muito particular nas suas escolhas e tomadas de decisão.
Para ler todo o texto clique aqui >> Investir: razão e emoção!

Nova escola de administração

A minha representada na União Europeia, a Zigma Consulting Group (http://www.zigmacg.com/) acaba de lançar a KEY Management - Escola de Alta Administração, no Equador, em colaboração e com o aval da Universidade Tecnológica Equinoccial.

A não perder!

Inovação Empreendedora:a chave para a actual crise!

Com raras excepções, é devido à necessidade de resolver problemas que a nossa mente age em busca de soluções. Não havendo esse sentimento, ficamos embalados no conformismo e na acomodação das situações. E então nada acontece de novo.
A actual crise financeira internacional é também económica e envolve multiplos factores, alguns de natureza histórica.
Para saber mais, visite http://www.ogerente.com.br/ (Brasil) onde este meu artigo está publicado na íntegra.

Criatividade e Inovação Empresarial
Leia os meus textos no blog da comunidade MY INOVAÇÃO & MARKETING

Palestra sobre ESTILOS DE VIDA E FELICIDADE


Por convite do Agrupamento Vertical de Escolas de Calendário (V.N.Famalicão), o Instituto da Inteligência realizou uma palestra sobre "Estilos de Vida e Felicidade", a qual teve lugar na Escola EB 2,3 Dr. Nuno Simões, no passado dia 18 de Fevereiro.
Nos últimos anos, a Felicidade tem sido um tema que é cada vez mais objecto de estudo. Agora também a Ciência se envolveu na tarefa de nos explicar que sentimento é esse. Os mais recentes e interessantes livros sobre a matéria provêm de investigadores universitários. A definição de Felicidade varia de pessoa para pessoa e de autor para autor. Para uns é um sentimento de realização, harmonia e integração. Para outros o resultado de conquistas e ambições. Os cientistas, como o biofísico Stefan Klein, defendem que se trata de um sentimento que abrange o bem-estar corporal, psíquico, social e espiritual.
Algumas pessoas agarram-se à esperança de que a inteligência será a nossa derradeira tábua de salvação porque, com ela, saberemos fazer melhores escolhas. Mas será assim? A verdade é que a inteligência não é garantia de Felicidade como não é de Sabedoria, Talento e Sucesso. A inteligência é apenas uma possibilidade em aberto, um recurso pessoal, uma potencialidade feita de emoções, sentimentos, pensamentos, memórias, sonhos, desejos, ambições.
Finalmente, qual é a importância da Educação neste processo? A Felicidade pode ser aprendida? Podemos ensinar às pessoas a Fórmula da Felicidade? Se essa fórmula existe porque não a ensinamos às crianças? Onde estamos a falhar? De que estamos à espera?
A palestra foi assistida por algumas dezenas de professores.

Preparado para INOVAR?

Você tem mais de 50 anos de idade? Então este artigo é mesmo para você! Você tem menos de 50 anos de idade? Humm...nesse caso, também é mesmo para você! Não acredita? Ora leia....

Muitas pessoas, à medida que se aproximam da meia década de vida, começam a ficar demasiado preocupadas com a idade e o natural envelhecimento. Algumas alteram, de imediato, o estilo de vida. Mudam de hábitos alimentares, correm para os ginásios, começam a praticar cicloturismo ou jogging, numa corrida contra o tempo na esperança de travarem os sinais da idade. Outras investem em operações plásticas para reduzirem e disfarçarem as marcas do tempo e dos excessos.
Ler o texto integral em My Inovação & Marketing. Link de acesso:
http://inovacaomarketing.ning.com/profiles/blogs/preparado-para-inovar

Curso sobre O CÓDIGO DAS EMOÇÕES

Não é mais um curso sobre "inteligência emocional". Não. Este pretende ir mais longe e desvendar alguns aspectos menos divulgados da emocionalidade humana, do seu impacto nos comportamentos, no seu papel no pensamento e na inteligência, nas doenças e na qualidade de vida.
O curso vai centrar-se também no papel que as emoções desempenham na saúde (o seu impacto ora positivo, ora negativo) e na longevidade. Um curso único em Portugal e que em breve vai também ser levado ao Brasil e a Espanha. Peça programa a geral@institutodainteliencia.net.
Ler entrevista >> O Código das Emoções.

Aconteceu...

Foi um prazer estar com os alunos da Escola Profissional de Braga para fazer uma introdução do Neuromarketing. A intervenção durou cerca de 2 horas e contou com a presença de dezenas de alunos e professores.

Onde escrevo regularmente...


www.reddoms.com.br/ (Brasil)

Brevemente, leia os meus artigos em www.ogerente.com.br/ (Brasil)




E já pode ler os meus textos em http://www.idademaior.iol.pt/ (Portugal)



Leia também os meus artigos na revista electrónica Neurociências & Negócios (América Latina).

Conferência no Brasil

Clique sobre a imagem para ampliar

Meu livro O CÓDIGO DAS EMOÇÕES

Sabia que o medo é uma emoção primária com a qual nascemos? E que a vergonha aprende-se? Sabia também que 98% das nossas emoções têm origem na psique inconsciente? Sabia ainda que as emoções podem provocar um distúrbio chamado "catatimia" que impede a inteligência de dar o seu melhor e até provocar, em casos severos, pseudodebilidade mental? Já ouviu falar em distimia, angústia existencial, anedonia, neotimia, ecoprese, tiques e outras perturbações ligadas às nossas vivências emocionais?

É claro que também há emoções de prazer! Algumas manifestam-se de forma serena; outras apresentam-se carregadas de excitação saudável! Na nossa vida emocional cabem ainda os sentimentos, as paixões, os afectos, o humor... De tão importantes que são, os estados emocionais e a forma como os sentimos, devem merecer o nosso estudo. É que eles determinam a nossa qualidade de vida, a nossa vontade de agir e até a nossa saúde.

Sendo tão complexa, a nossa vida emocional merece, finalmente, ser descodificada numa linguagem acessível a todos aqueles que desejem conhecer-se melhor e aos outros.

Foi assim que nasceu o meu livro O CÓDIGO DAS EMOÇÕES. Pretende ser um manual prático, com muitas sugestões terapêuticas para tornar a nossa vida mais agradável, mais harmoniosa e mais saudável!

Disponível em versão electrónica a partir de Fevereiro de 2009 para você guardar em CD ou imprimir em sua casa.
Parte da equipa de profissionais do Instituto da Inteligência (Portugal). Da esquerda para a direita: Dra Edna Jordão (psicóloga), Dra Sofia Carvalho (neuropsicóloga), Dr João Anacleto (psicólogo), eu e o Dr Ricardo Monteiro (pedagogo) num "retrato de família" durante o 1º Congresso Nacional do Instituto da Inteligência.

Vídeo do Congresso do Instituto da Inteligência


Foi no dia 25 de Outubro, em Portimão, durante 12 horas. Clique AQUI para ver/ouvir os diferentes oradores (use o sistema ON DEMAND para escolher os oradores).
Para saber mais entre em http://www.ainteligenciahumana.blogspot.com/

Revista Neurociências & Negócios (América Latina)

Fui nomeado representante desta revista na União Europeia.
É publicada na América Latina. Peça-me uma amostra do primeiro número.

Temas de Outubro:
ENEAGRAMA: Herramienta para conocer la personalidad
MENTE Y CEREBRO: Cual es su relación? Quien es primeo?
COACHING EMPRESARIAL: Como aplicar en la gestión empresarial
MERCANTILIZACIÓN DE LA PNL: La ética en el uso de herramientas psicológícas
NEUROECONOMÍA: La ruptura del consumidor racional
MENTAL TRAINING: Escuelas de la inteligência
Para subscrever esta revista envie um mail para
suscripciones@zigmacg.com e receberá em formato PDF Neurociências & Negócios todos os meses.

Rumo ao futuro...


A mente humana – com todos os atributos, potencialidades e mistérios que lhe são reconhecidos – continua a ser um tema sedutor e aberto às mais variadas abordagens (filosóficas, biológicas, neuropsicológicas, etc.). Produto da actividade concertada de grandes aglomerações de células cerebrais altamente especializadas e de um complexo metabolismo que só agora começa a ser compreendido, a mente humana cumpre numerosas funções que se exprimem em diferentes planos.
Graças à evolução bem sucedida do sistema cérebro-mente, a história da Humanidade é um percurso empolgante de conquistas. Em não muitos milhões de anos vencemos uma série de etapas evolutivas e, chegados ao século XXI, eis-nos senhores de uma sociedade multifacetada, complexa e altamente competitiva - produto, afinal, da dinâmica interacção entre o exercício do pensamento e os desafios da vida.
A história da humanidade reflecte assim, desde os seus primórdios, o resultado da nossa inteligência criativa. Em poucos milénios desbravámos territórios inóspitos e levantámos civilizações. Rapidamente percebemos que tínhamos o poder de exercer transformações no que antes parecia imutável. A criatividade tornou-se a grande força da nossa inteligência. De simples recoletores e caçadores passámos rapidamente a inventores, técnicos e artistas. E com isso modificamos completamente a face do planeta e a história do nosso Mundo.
Agora, em plena Era do Conhecimento, o intelecto perfila-se como um capital de valor inestimável. Já ninguém duvida que a riqueza das nações, das comunidades e das organizações (seja de que tipo forem) depende mais dos recursos intelectuais – inteligência, criatividade e conhecimento – do que qualquer bem tradicional, incluindo o próprio dinheiro. De facto, a força muscular e o trabalho das máquinas estão rapidamente a ser substituídos pela inteligência.
Na exigente sociedade de hoje só as pessoas que invistam seriamente no capital intelectual de que dispõem (inteligência, criatividade e conhecimento) poderão aspirar a lugares destacados no mundo do trabalho. Aprender mais e mais e durante toda a vida tornou-se numa exigência da Era do Conhecimento. Para tal temos de estar na melhor forma mental.

Future of Talent

É uma nova comunidade - uma tribo de internautas de todo o mundo - interessados no desenvolvimento da inteligência e do talento. Filiei-me agora (23/10/08).
Membros: http://fotalent.ning.com/profiles/members/

O que é a inteligência?

Uma pessoa inteligente é a pessoa dotada de uma personalidade completa. Um dilema se coloca, porém, ao ser humano: é que o facto de saber que tem inteligência pode tornar-se na sua glória ou na sua agonia. Tudo depende do uso que fizer dela. A inteligência não é garantia de Sabedoria, Felicidade, Competência, Discernimento e Talento. A inteligência é uma possibilidade em aberto, um recurso pessoal, uma potencialidade feita de emoções, sentimentos, pensamentos, memórias, sonhos, desejos, ambições. A inteligência tem de ser cultivada.
.
Não se gabe do seu Q.I. Os resultados dos testes de Q.I. não me impressionam porque apenas revelam uma parte insignificante do nível da sua inteligência. Veja: você pode ter um Q.I. elevadíssimo e estar na cadeia por ser um criminoso (aliás, as prisões estão entre os lugares com maior número de gente inteligente por m2) .

Assim, o que me fascina e atrai são as personalidades - os "egos" - inteligentes! Como ditou o sábio indiano Osho "uma pessoa inteligente está perfeitamente satisfeita com o possível. Ela trabalha para o provável; nunca trabalha para o impossível nem para o improvável, não. Ela olha para a vida e para as suas limitações". Sabe reconhecer e ampliar os seus recursos, as suas possibilidades. E sabe utilizá-los com justiça, honestidade e equilíbrio.

Diário de bordo

Acabo de dar três entrevistas a revistas femininas: uma sobre a relação homem/mulher (revista MARIA); outra sobre o que é "sorrir" (revista LUX Woman) e outra sobre o "amor" (revista COSMOPOLITAN).
Em 6/10/08

OS CÓDIGOS DO CÉREBRO EXECUTIVO

COMO OS GESTORES PODEM OPTIMIZAR O SEU DESEMPENHO

Há uma região do cérebro chamada neocortex onde as nossas capacidades de planeamento, previsão, tomada de decisão, senso crítico, gestão do risco, esforço de concentração, memória de trabalho, raciocínio, exercício de liderança e criatividade funcionam. Essa área, ocupada pelos chamados "lobos frontais", representa, em termos evolutivos, a região mais moderna do cérebro humano e ocupa cerca de 30% do seu volume (a maior percentagem entre todos os mamíferos, nomeadamente os primatas).

Muitas das nossas capacidades executivas, incluindo a de pensar e decidir em tempo oportuno e de forma adequada, dependem da sua estrutura, da sua fiabilidade e da qualidade de seu funcionamento. Uma alimentação incorrecta, stress frequente, fadiga, álcool, envelhecimento, doenças, drogas e falta de ginástica mental (mentalfitness) impedem o seu bom desempenho, mesmo que, numa primeira fase, não tenhamos consciência disso.

O "cérebro executivo", que Luria chamou de "o órgão da Civilização", é responsável, em boa medida, pelo nosso potencial de sucesso no mundo moderno, em especial em actividades ligadas à inovação, ao planeamento, às decisões e à liderança.

Pois agora você tem ao seu dispor um manual prático que lhe permitirá saber como alcançar e manter uma elevada performance mental. Intitula-se OS CÓDIGOS DO CÉREBRO EXECUTIVO.

Nesta obra você terá acesso à mais recente e completa base de dados sobre como a inteligência aplicada aos negócios (liderança, administração, gerência, recursos humanos, etc) pode ser desenvolvida de forma eficaz!

Preço edição e-book 150 páginas: 25 dólares
Preço para membros dos portais Administradores.com.br e Peabirus: 20 dólares


PALESTRAS DO AUTOR:
Estão sendo programadas palestras sobre o mesmo tema em Portugal, Brasil e Angola. Queira contactar o Instituto da Inteligência se pretender colaboração nesta matéria para os seus gestores.

Congresso Nacional do Instituto da Inteligência

"EDUCAÇÃO E O HOMEM DO FUTURO"
E também, o lançamento do livro "O Código da Inteligência", de Augusto Cury.
Prefácio de Nelson Lima (Instituto da Inteligência). Editora Pergaminho.
We are living in a disruptive age!
A convite da organização, o Instituto da Inteligência vai participar em mais uma edição dos Encontros Internacinais de Economia organizados pela Universidade de Málaga (Espanha). A intervenção do instituto terá lugar no Simpósio "Neurociências y Negócios", o qual se realiza em Janeiro de 2009 e que está integrado no 4º Congresso Internacional de Micro, Pequenas e Medias Empresas do Século XXI!

Deitei fora uma série de livros!

Este fim-de-semana (20/09/08) desfiz-me de 98% dos meus livros de gestão, marketing e recursos humanos que tinha vindo a comprar desde os anos 80. Estão todos desactualizados. A minha biblioteca ainda mantem títulos recentes de Peter Drucker e ainda obras como FUNKY BUSINESS, WIKINOMICS e EXECUTIVE INTELLIGENCE, entre outras. Os meus livros de cabeceira são agora três! Três obras de grande impacto! É preciso ler: THE EXTREME FUTURE (James Canton), THE FUTURE OF MANAGEMENT (Gary Hamel) e RE-IMAGINE (Tom Peters). Mesmo depois de os relermos 3 e 4 vezes, nossos esquemas mentais, habituados às regras da Era Industrial, são difíceis de ser removidos.
Ler mais...

Talentosos Excêntricos: PROCURA-SE!

Se ainda não deu conta, paciência. Mas tenha a certeza que o mundo está muito mudado (e vai mudar ainda mais do que possa imaginar) e entramos na ERA DO TALENTO. Não o TALENTO à moda antiga mas o TALENTO EXCÊNTRICO. O que é isto? É talento feito de muita criatividade, espírito inventivo, muita competência, provocação, que desafia o conformismo e a vulgaridade, feito de alguma loucura e muita genialidade. Se você é dos poucos TALENTOSOS EXCÊNTRICOS que ainda existem no mundo, apresente-se. Seja qual for a sua especialidade. Mas tem de ser capaz de nos surpreender! Ou então, nada feito.
Contacte comigo ou ainda:
geral@institutodainteligencia.net
office@futureintelligencemanagement.com

Inteligência emocional? ESQUEÇA ISSO.

Desde sempre me insurgi contra a crença numa "inteligência emocional" apesar de ser um tema que continua a vender bem em cursos, seminários e livros. Em minha opinião (e não estou sozinho nesta posição) não existe isso de "inteligência emocional". Cientificamente é um "bluff ", um conceito impossível. Leia mais...

Só para Mentes Abertas...

Você tem mais de 50 anos de idade? Então este artigo é mesmo para si! Você tem menos de 50 anos de idade? Humm...nesse caso, também é mesmo si! Não acredita? Ora veja as palavras-chave deste artigo:
TALENTO > COMPETÊNCIA > INTELIGÊNCIA > MATURIDADE > SABEDORIA > BABY BOOMERS. Leia mais...

Stress? Qual stress?

Ah, não pensem que eu sou um workaholic (pessoa viciada no trabalho devido a suas recompensas). Eu sou um worklover (pessoa que trabalha por prazer absoluto)! Por isso os primeiros sofrem de stress e os segundos não (ou sofrem muito menos). Ler mais...

Segredos da Memória dos Clientes

Pois é, os clientes também têm memória! O que traz uma preocupação acrescida a quem administra negócios. A forma e a intensidade como os clientes registam na memória as boas e as más impressões que marcam os seus relacionamentos profissionais podem ser decisivas para o futuro da sua empresa!
Há empresas que parecem não se lembrar que os clientes são, em geral, pessoas inteligentes, defensoras de seus interesses e dotados de uma coisa chamada MEMÓRIA. >> Ler mais...

Congresso

Clique sobre a imagem para aumentar

A guerra dos sexos

Um tema que nos últimos anos tem merecido a curiosidade da ciência é a presumível diferença entre as capacidades funcionais do cérebro do homem e da mulher. Existem diferenças? Se sim, quais as mais salientes? O tema não deixa de ser potencialmente polémico!

A verdade é que a nível anatómico o cérebro do homem e da mulher são muito semelhantes. Poderão haver mais diferenças entre duas pessoas do mesmo sexo do que as devidas à natureza do sexo. Também não é menos verdadeiro que o cérebro dos homens e o das mulheres apresentam, de facto, algumas pequenas diferenças anatómicas, morfológicas e funcionais que explicam as formas de perceber, tratar a informação, memorizar e agir entre os dois sexos. Essas diferenças observam-se desde muito cedo, esbatem-se um pouco a partir da adolescência e, de resto, mantêm-se até ao fim da vida. Mas até que ponto a influência do meio é determinante?

Nada está ainda definido mas a recente descoberta das mulheres SARAHS (ver mais em baixo) permite deduzir que, com ou sem o auxílio da genética, o sexo feminino pode vir a surpreender os homens.

Vejamos, por agora, e de acordo com vários estudos, as principais distinções que se podem observar a nível do funcionamento cerebral e mental.

HOMENS >> São geralmente melhores do que as mulheres nas seguintes actividades e domínios: raciocínio matemático > visualização tridimensional > inteligência visuo/espacial > actividades físicas prolongadas > visão de detalhes > rapidez de dedução > pensamento abstracto e filosófico > memória espacial > empreendedorismo.
MULHERES >> São geralmente melhores do que os homens em: operações de cálculo > fluência e habilidades verbais > concentração (por exemplo, são menos sujeitas a perturbações de hiperactividade com défice de atenção e a perturbações de impulsividade do que os homens) > orientação nocturna > pensamento indutivo > memória de curto prazo > persistência em tarefas complexas > memória verbal > discriminação de cores > rapidez perceptiva > destreza manual > leitura de expressões faciais das emoções.

Contraponto
Há muitas habilidades que só não foram desenvolvidas no homem ou na mulher por motivos puramente culturais. Não nos esqueçamos que apenas no século passado se começou a tomar consciência de que a separação de papéis entre homens e mulheres era assunto do passado. Dentro de 50 ou 100 anos homens e mulheres reterão diferenças mínimas entre si no que respeita ao cérebro e às habilidades disponíveis. Isso será bom porque nos permitirá aproveitar ao máximo as potencialidades criativas e práticas tipicas de cada sexo.

As mulheres SARAHS
Pertencem à chamada Geração Alfa (jovens com espírito de liderança) e são conhecidas como "sarahs" (sigla que em inglês significa "single, rich e happy", isto é, solteira, rica e feliz).
São mulheres com menos de 35 anos, bem sucedidas na vida e viajadas. Distinguem-se pelos seguintes aspectos:


1. Em primeiro lugar a realização profissional, fonte de prazer e crescimento.
2. Grande compromisso com a sua independência, autonomia e juventude (preferem ser solteiras para usufruir de maior liberdade de movimentos).
3. Exigentes e selectivas nas suas escolhas.
4. Excelente auto-conhecimento e elevada auto-estima.
5. Apostam numa vida sem compromissos amorosos de longa duração.
6. Vivem sozinhas no seu espaço próprio, sem interferências.
7. São activas, têm horror à monotonia e à rotina.
8. Pouco interessadas em ter filhos.
9. Apreciam gozar muitos momentos de isolamento para se reencontrarem e relaxarem já que levam uma vida muito intensa.
10. Gostam da sua independência económica da qual não abdicam.
11. Necessidade absoluta de terem uma rede de amizades.
12. Boa situação económica.
13. Profissões mais desejadas: jornalistas, relações públicas, gestoras, advogadas, empresárias, modelos.

O tempo não é uma linha recta. O futuro, muito menos!


Faz algumas semanas, foi lançada em Portugal, a tradução do livro do cientista social norte-americano James Canton The Extreme Future, qualquer coisa como "futuro radical" (o título da edição portuguesa é "Sabe O Que Vem Aí?", ed. Bizâncio).

Ninguém pode ficar indiferente ao conteúdo desta obra de um conhecido estudioso das grandes tendências mundiais ao nível do clima, da tecnologia, da sociedade, da ciência, da economia e da demografia.

Canton trabalha há mais de 30 anos como conselheiro de empresas e governos, incluindo o Governo dos Estados Unidos. É um dos poucos especialistas no estudo do futuro a partir das megatendências que geralmente dão origem às grandes transformações humanas. Não é um adivinho. É um investigador. A sua missão consiste em acompanhar a evolução dos acontecimentos humanos e perceber o impacto que eles terão no futuro a curto, médio e longo prazo. Por exemplo, Canton procura responder a perguntas como estas:

1º Qual o futuro da humanidade se até ao ano 2050 as questões do aquecimento global e as alterações climáticas não ficarem resolvidas (em 2050 o planeta Terra deverá ter quase o dobro da população actual);
2º Quais as implicações reais que o aumento da informatização dos serviços e a rapidez da internet terão na vida das pessoas, em especial no trabalho?

Como é que Canton procede? Ele utiliza a inteligência e os conhecimentos de muitos especialistas e empresas para compreender como as coisas muito provavelmente vão acontecer. A sua organização, o Institute for Global Futures, tem um sistema de vigilância através da internet que lhe permite recolher informações em mais de um milhão de fontes (laboratórios de pesquisa médica, empresas de alta tecnologia, NASA, etc.). É com base em todo esse imenso material que ele constrói cenários sobre o futuro.

Despertar a nossa consciência...
O livro de Canton é muito importante e eu recomendo-o vivamente. É uma espécie de manual sobre o futuro não impossível. Para quem esperar viver mais 10, 20, 40 ou 50 anos este livro é fundamental. Mais ainda para os pais cujos filhos vão viver quase todo o século XXI. O livro desperta a nossa mente para realidades que hoje já são futuro, tal a velocidade a que as mudanças estão a acontecer.
(Um exemplo de como o futuro está a chegar muito rapidamente: esta semana li, na revista Sábado, que o jornalista e escritor português José Rodrigues dos Santos vai actualizar um dos seus mais recentes romances porque o preço do petróleo já atingiu valores que ele previra, no livro, que só teriam lugar em 2010).

Qual é a vantagem de conhecermos melhor o que provavelmente vai acontecer dentro de 5 ou 10 anos, ou mais?
No século XXI, dominado pela informação e a tecnologia, esse conhecimento é muito importante. É que, tal como se previra, o nosso mundo está a transformar-se radicalmente e a uma velocidade incrível em muitos domínios que vão afectar a vida do cidadão comum e ainda mais dos nossos filhos.
Podemos pensar que estas coisas modernas só interessam a uns quantos. Puro engano. Ingenuidade, talvez. É que o mundo, hoje, é a tal "aldeia global" onde o que acontece a 5 mil ou 10 mil quilómetros de distância (uma invenção, uma alteração da Bolsa, uma falência, uma alteração política, etc.) pode ter um impacto não negligenciável na nossa vida agora ou no futuro.
Cidadãos informados são cidadãos mais esclarecidos, mais habilitados a cuidarem do seu próprio futuro e dos seus interesses.
Lembremo-nos que as boas decisões só podem ser tomadas por quem tenha ao seu dispor as melhores informações. Por exemplo, quando os nossos filhos precisam de decidir sobre o futuro eles devem estar informados sobre os cursos e as carreiras profissionais que interessarão não agora mas daqui por 6 ou 7 anos quando saírem da universidade. Ora 6 ou 7 anos é, hoje em dia, um período de tempo em que muita coisa acontece, até mesmo ao nível das profissões.

O extraordinário mundo novo que estamos a viver neste século XXI, com todas as suas coisas boas e menos boas, faz um apelo crescente à nossa inteligência, à nossa capacidade de aprender e ao nosso senso crítico. Mais do que nunca a inteligência é aquilo que separa as pessoas e as empresas mais competitivas das menos capazes de se adaptarem; mais do que nunca a necessidade de aprender e de reciclarmos os nossos conhecimentos se tornou numa urgência inadiável; mais do que nunca o sentido crítico se revela determinante para sabermos fazer escolhas e tomar decisões.

Guia para o século XXI
Competitivo, incerto, rápido, indeterminado, complexo, eis o nosso mundo.Colocar a cabeça na areia e ignorar que as transformações sociais, tecnológicas, económicas e outras interferem na nossa vida é má política e pode ser suicida. Por isso recordo aqui alguns conselhos de Augusto Cury que recolhi na sua teoria da Psicologia Multifocal.

1º Desenvolvermos a Arte da Pergunta (sermos curiosos na procura de mais saberes).
2º Desenvolvermos a Arte da Dúvida (para que nos interroguemos sobre nós próprios e os outros antes de tomarmos decisões).
3º Desenvolvermos a Arte da Crítica (fundamental para decisões inteligentes).
4º Analisarmos as diversas variáveis que estão em jogo para atingirmos os nossos objectivos (procurando prever os obstáculos, o impensável e o inesperado mas não impossível).
5º Valorizarmos as relações sociais e procurarmos ser agentes sociais.
6º Aprendermos a expor as nossas ideias (o mundo hoje ferve de ideias e inovações).
7º Termos uma visão multifocal da espécie humana.
8º Expandirmos o mundo das ideias através do uso das artes da inteligência (a arte da pergunta, dúvida, crítica, observação, análise).
9º Aprendermos a colocar-nos como "eternos" aprendizes.
10º Procurarmos ser engenheiros de ideias actuando com consciência crítica.
>> Muito do nosso futuro é previsível, mas vai surpreender-nos! <<

Elogio da Inteligência Colectiva

Essas celulazinhas super badaladas chamadas neurónios constituem o exemplo mais perfeito de como o trabalho em rede pode conduzir a resultados surpreendentes.
De facto, os neurónios devem a sua fama não apenas porque são as células mais importantes do cérebro (existem outros tipos executando outras funções também decisivas) mas sobretudo porque actuam em rede. Uma célula sozinha pouco pode fazer para dar origem ao pensamento, às ideias, às emoções. Mas conectada com muitas outras em seu redor ela atinge seu máximo brilho cada vez que é chamada a participar no trabalho mental.

Cada neurónio pode estar ligado a 50 mil outros companheiros através de ligações (links), alguns podendo estar bem longe. Agora imagine os milhões de links que existem no cérebro sabendo que este tem 100 mil milhões de neurónios!
É um excelente trabalho em harmonia, pulsando 400 mil vezes por segundo, para que você seja capaz de ver, ouvir, cheirar, pensar, sonhar, imaginar, aprender....e muitas outras fantásticas habilidades que fazem de si uma pessoa autónoma e inteligente.

Actuando em grupo, seguindo instruções de base promolgadas inicialmente pelos genes, eles obedecem a um trabalho de realização perfeito!
É toda uma inteligência colectiva em exibição semelhante àquela que transparece da atuação das grandes orquestras onde cada elemento, cada intérprete, cumprindo uma tarefa isolada, se agiganta quando se une a todos os outros.
Assim devem ser as equipas e todas organizações que buscam um fim comum!

(Nota final: outros órgãos possuem também neurónios, nomeadamente os intestinos e o coração. Neste último, cerca de 40 mil neurónios em rede participam, com outras células, no trabalho constante - 70 vezes por minuto, 100 mil vezes por dia! - de manter seu corpo alimentado de sangue vital).

Busca o sucesso? Tenha cuidado.

Vivemos numa sociedade que nos incita a procurar o sucesso. Multiplicam-se os livros, os artigos, os cursos e os gurus fornecendo-nos mil uma diferentes receitas para o sucesso....na vida, nos negócios, na sociedade.
Ainda hoje estive numa livraria e contei mais de 50 novos títulos de livros versando o tema. Jovens e menos jovens correm a comprar as últimas dicas na esperança de descobrir a fórmula mágica que lhes proporcione o sucesso (se possível, pelo caminho mais curto e menos penoso). >> Ler mais...

Treine a sua inteligência para o sucesso!

Você sabia que não usamos totalmente nosso potencial de inteligência em 80% do tempo? É que essa percentagem de tempo é dedicada a actividades rotineiras ou de exigência mental muito simples e, por isso, não desafiam nossa principal capacidade. Os mais de 60 mil pensamentos que temos, em média, diariamente, são operações mentais de pouco esforço. >> Ler mais...

Os novos segredos do sucesso!

Muito se tem escrito sobre o sucesso. Este artigo, na verdade, é, afinal, mais um texto sobre o tema mas pretende acrescentar algo de novo e que é fruto da minha própria experiência pessoal na gestão de equipas e projectos. Neste caso, eu vou falar sobre o sucesso profissional.
Como em tudo na vida, nós vamos melhorando nossa perceção das coisas, descobrindo outras e alargando nossa capacidade de resposta aos desafios. Este espírito de luta, de disponibilidade para a recepção de novas aprendizagens, deve constituir um dos objectivos centrais da vida. É, com efeito, uma das bases do sucesso. >> Ler mais...

Sucesso...mas com estilo!

O estilo traduz uma preferência de comportamento. Ele também se reflecte nos resultados finais do desempenho. Ou seja, o estilo representa a forma como você age no relacionamento com os outros. É ditado por uma série de factores, a maior parte dos quais fazem parte das suas opções de vida.
Recordo que o meu primeiro "chefe" tinha um estilo agressivo para com todos, incluindo os clientes. Ele era uma pessoa impulsiva, temperamental, hiperactiva e muito racional. Vivia obcecado com os resultados. Nós vivíamos incomodados com o clima que ele criara e intimidados com suas fúrias. Morreu repentinamente. O coração traiu-o. >>Ler mais...

Sabe decidir no momento certo?

Tão ou mais importante sobre "o que decidir" é saber "quando decidir". Há decisões urgentes, decisões que envolvem riscos, decisões incontornáveis. Mas o seu sucesso pode depender muito do momento oportuno para o fazer.
Muitas decisões arriscam-se ao fiasco (e ao desastre) se forem afetadas por INIBIÇÃO, HESITAÇÃO ou PRECIPITAÇÃO. A tomada de decisão em tempo útil é aquela que é executada no momento certo: nem antes, nem depois.
Ler mais...>>>

Atreva-se...seja um pouco louco!

Basta abrirmos um jornal. Em qualquer parte do mundo. A diversidade de acontecimentos noticiados, opiniões e comentários reflectem uma sociedade feita de contradições. E se acreditarmos que esta situação se deve aos tempos modernos é pegar num manual de História e logo se percebe que o comportamento humano sempre foi assim. Ler mais >> aqui...

O que é o estilo?

O estilo traduz uma preferência de comportamento. Ele também se reflecte nos resultados finais do desempenho. Ou seja, o estilo representa a forma como você age nos relacionamentos com os outros. É ditado por uma série de factores, a maior parte dos quais fazem parte das suas opções de vida. Ler mais >> aqui...

10 DICAS INFALÍVEIS...OU TALVEZ NÃO.


Depois de 10 desafios para você se "sentir muito bem" que tal reflectir sobre as 10 dicas mais apetecíveis para sentir exatamente o oposto? É um belíssimo desafio de inteligência racional. Vamos a elas!

1º Durma pouco! Se possível menos de 5 horas ou menos de 4 por sistema. Trabalhe até altas horas, divirta-se onde quiser, "queime" os seus neurónios e deite-se já completamente arrasado. Quando forem horas de ir a correr para o seu gabinete....ou para uma reunião de negócios o seu cérebro parecerá pesar uma ou duas toneladas. Não é muito confortável mas você poderá se gabar da sua capacidade de resistência!

2º Alimente-se mais! Não é o mesmo que "alimente-se melhor" mas, assim, ingerirá mais calorias, ficará mais pesado e mais volumoso. A sua imagem poderá transmitir força e poder se bem que irá perder mais tempo em médicos e em exames para avaliar seu colesterol, sua pressão arterial, sua obesidade (talvez mórbida). Não dispense os habituais almoços de negócios bastante fartos e prolongados. Mantem-se "in" no que respeita à imagem tradicional do empresário ou do administrador. Gente magra não inspira confiança. Então COMA!

3º Dedique-se ainda mais ao trabalho! Todos os gurus passam receitas de sucesso onde não falta a obrigatoriedade de TRABALHO, TRABALHO E MAIS TRABALHO! O sucesso não se alcança só com inspiração mas sobretudo com transpiração, dizem eles. Trabalhe, no mínimo, 10 a 12 horas por dia, salte refeições, desmarque reuniões de família, férias e outras perdas de tempo. Se tudo der certo os negócios irão de vento em popa, a sua conta bancária engordará e um dia, na sua sepultura, alguém terá o bonito gesto de mandar escrever "Aqui jaz um homem de sucesso!".

4º Dê conforto ao corpo! Vida de empresário e administrador é dura. Por isso, nada melhor do que trabalhar sentado. Sedentarize-se, não perca tempo com essa treta do jogging. Muito menos não vá hipotecar o seu tempo num ginásio pois não dá mesmo jeito nenhum. Viva sentado!

5º Adrenalina quanto baste! O stress pode ser desconfortável mas não há nada melhor do que viver no fio da navalha, com os seus neurónios a embriegarem-se de adrenalina pura, seu coração batendo forte sob uma pressão sanguínea elevada! Aquela dor no peito é incómoda, uma tontura ou outra aguenta-se mas o trabalho fica feito e quando chega a hora de deitar é bom ter o sentimento do dever cumprido!

6º Os seus filhos podem esperar! Você casou em tempos, teve filhos, eles estão crescendo e singrando na vida. Na escola ou no trabalho eles seguem os seus percursos. Não precisam que lhes dê muita atenção, basta de conversas. Que mal existe em eles já estarem a dormir quando você chaga a casa? Mais: você proporciona-lhes todas as comodidades e, por conseguinte, sua consciência está tranquila. Eles são autónomos, não precisam de conversa, se precisaram de algo eles têm o telemóvel de último modelo. O seu trabalho é que não pode esperar. Um dia terá tempo para conviver mais com eles.

7º Cursos e mais cursos! Não é verdade que temos de nos manter actualizados? Você precisa de ouvir os gurus da moda, de participar em acções formativas, seminários, workshops. Inscreva-se em tudo o que puder e lhe sugerirem. Poderá ir ouvir umas quantas banalidades mas o seu dever de actualização fica satisfeito. A sua empresa gastará mais uns milhares mas você tem mais uns quantos diplomas na parede. Talvez 50% do que você frequentar não tenha mesmo nenhum interesse prático mas assim muda de ambiente e mantem-se mais umas horas sentado!

8º Futuro? Qual futuro? Andam por aí uns fulanos vendendo estudos de tendências. Chamam-se de futuristas, especialistas em informar sobre os grandes movimentos que redesenharão o mundo. Parecem-lhe adivinhos mas não são. Eles dão dicas sobre o que nos espera nos próximos anos. Mas como o futuro é indeterminado e você conhece bem é o presente talvez valha mais a pena preferir a sua intuição e experiência. O pior que poderá acontecer é você perder mercado e ser ultrapassado pelas empresas que souberem antecipar-se à mudança. Isso se resolve com mais uns investimentos. O futuro...a Deus pertence, não é?

9º Odeie os criativos! Essa gentinha lunática que tem ideias estranhas é para ignorar. Essa coisa da criatividade e da inovação é para os artistas ou então para gastar dinheiro. O seu negócio está em boa forma, suas certezas estão garantidas, o mundo não se altera da noite para o dia e, por conseguinte, continue a ignorar isso de pensamento criativo. Melhor: despeça os colaboradores criativos, eles são pagos para trabalhar e não para ter ideias.

10º Ignore a concorrência! Isso de dar atenção à concorrência é para os fracos. Seria dar-lhe importância. A sua empresa tem tudo para dar certo, os seus dados financeiros asseguram vitalidade, chega de falar em concorrência! Estão lançando um produto novo, ensaindo uma nova estratégia de marketing, tentando invadir seu mercado? São uns gananciosos. Não se preocupe. Seus clientes sempre foram leais e certinhos. Não vão agora mudar e deixarem-se tentar pelos encantos da sua concorrência. Está tudo pacífico. E, se não estiver, o problema é da economia, da política e do sistema. Durma descansado....mesmo que apenas 4 ou 5 horas porque trabalho...é trabalho!

Cumpra à risca aquelas dicas se tiver interesse em algum dos seguintes cenários:

1º Perder competitividade.
2º Reduzir os seus lucros.
3º Perder os seus melhores colaboradores.
4º Fechar algumas actividades da empresa.
5º Ser traído pelos seus clientes.
6º Visitar mais vezes o seu médico.
7º Ser ignorado pela família.
8º Ser chamado de idiota.
9º Ser fulminado por um ataque cardíaco
10º Ter uma bonita sepultura!
Pense em tudo isso e decida-se!